Regulador sinaliza jogo ilegal e lacunas de talentos enquanto a supervisão evolui
Resumo
Ben Haden, presidente da International Association of Gaming Regulators (IAGR), destacou as pressões crescentes enfrentadas pelos reguladores em um bate-papo com Rui Proença na G2E Asia. Conforme mais mercados abrem para apostas, a indústria enfrenta um tríptico de desafios: a proliferação de jogos ilegais, a rápida mudança tecnológica e a falta de pessoal qualificado. Haden enfatizou que, embora os mercados online estejam crescendo, a missão central de manter os vulneráveis seguros, garantir jogos justos e prevenir crimes permanece inalterada. Ele observou que atrair e reter talentos é tão difícil como nunca, uma sentimento compartilhado pela comunidade comercial. As avanços tecnológicos, argumentou Haden, permitem que atores maliciosos acessem consumidores e facilitem o acesso a mercados ilegais, aos quais ele comparou à água encontrando um caminho. Na Ásia, a escala da receita de jogos ilegais é estimada em mais de 100 bilhões de dólares anuais, uma preocupação significativa dado que os jogos de cassino online são proibidos na maioria das jurisdições fora das Filipinas. Haden advertiu contra a simplificação da legalização dos jogos como solução para esses problemas, aconselhando os reguladores a focarem na gestão da interrupção em vez de tentar erradicar completamente os jogos ilegais. Olhando para frente, Haden projetou uma participação mais ampla de provedores de mídia social e pagamentos, juntamente com o uso aumentado de dados e inteligência artificial para fortalecer a supervisão. Ele citou o Reino Unido como exemplo de combinação de pesquisas de consumidores e informações bancárias abertas para melhor entender o comportamento de apostas. No final, Haden enfatizou que nenhuma autoridade única pode lidar com esses desafios sozinha e que uma cooperação internacional mais forte é essencial.
(Fonte:Macau Daily Times)