Presidente da AGA Afirma que a CFTC Não Deve Estar no Comando de Jogos de Azar e Mercados de Previsão
Resumo
Bill Miller, Presidente e CEO da American Gaming Association (AGA), criticou publicamente a Commodity Futures Trading Commission (CFTC) e Michael Selig por buscarem regular apostas esportivas, jogos de azar e mercados de previsão em nível federal. Miller argumenta que, com base nos princípios do federalismo e em décadas de precedentes legais, a autoridade para regular essas atividades pertence legitimamente aos estados individuais e às nações tribais soberanas. Ele argumenta que a Lei Dodd-Frank não foi concebida para criar uma agência federal de jogos de azar e que as ações da CFTC representam um potencial excesso de poder.
Miller se opõe especificamente à visão cada vez mais positiva da CFTC em relação aos mercados de previsão, defendendo que eles sejam regulamentados sob as mesmas regras estaduais e tribais que os jogos de azar tradicionais. A AGA está ativamente se opondo ao que percebe como brechas que permitem apostas esportivas em todo o país por meio da CFTC, contornando os sistemas de licenciamento estadual. Miller afirma que as plataformas de mercados de previsão estão oferecendo apostas esportivas não autorizadas disfarçadas de “contratos de eventos”, custando aos estados uma receita tributária estimada em US$ 480 milhões.
Os procurais-gerais estaduais e as autoridades tribais já estão tomando medidas legais, exemplificadas pela ação judicial de Nevada contra a Kalshi. Embora os tribunais determinem, em última análise, a definição de um “contrato de evento esportivo”, um novo projeto de lei proposto pela deputada Dina Titus pode levar a uma proibição congressional desses produtos.
(Fonte:Gamblingnews)